Agir com sentimentos e expressão que eu gostaria de ter.
Os que me surgem do nada.
Faço mesmo sabendo do trabalho que posso dar a quem estiver
comigo.
Quantas vezes me carregaram por nem consegui me manter em pé, ou
seguraram meu cabelo porque vomitava sem parar e até chegaram a me abrigar em
suas casas por estar completamente descontrolada para ir embora.
Estando consciente da minha insanidade por tal ato e saber
que no dia seguinte estarei completamente sem graça por tudo.
Precisar pedir desculpas por tamanha irresponsabilidade
minha.
Porém, não me
arrependo tanto de por um momento ter mostrado a pessoa divertida e afetuosa que
tem dentro de mim.
Sou feliz nesses instantes.
A bebida faz isso comigo.
A bebida faz isso comigo.
Faz com que eu me liberte.
É quando ganho
coragem para dizer o que sinto e penso, mesmo que atropelando nas próprias
palavras. Mostrando como sou imperfeita e desengonçada.
A ressaca horrível do dia seguinte e a tristeza que me bate
sem porquê.
Volto ao estado insensível e amargurado.
Repulsivo a qualquer sentimentalismo.
Alguém mal amado.
E me pergunto; são eles que se negam a ver, ou sou eu que
não sei demonstrar?
Aqui estou procurando meu doce “eu” sem encontrar.
Não sei se bêbada sou mais decifrável do que sóbria mórbida,
ou se tudo se esconde por baixo de uma capa que ninguém suspeita ou se interessa em ver o que ali possa estar, mas, nem eu mesma me atrevo a olhar.
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