Sempre lhe deixarei ir.
Quero ver-te voar.
Quero ver-te criar asas e ser livre.
Quero ver-te ir longe apreciar deste lindo céu azul.
Não peço que fique.
Peço-lhe apenas que às vezes desça e me conte sobre como as
mudanças acontecem lá de cima.
Venha cantar todas as manhãs próximo de mim.
Irei lhe ouvir e admirar-te da minha janela.
Por segundos, sentirei inveja.
Entristecerei quando o ver partir outra vez.
Nos dias em que não estiver, imaginarei por onde voas.
Manterei-te presente dentro de minha mente.
Sufocarei e me perderei.
Esperarei-te voltar para que também me ensine a voar.
Trará-me asas... As
asas que me foram cortadas.
Recuperarei a voz e direi-te então que sempre foste meu
ninho.
Voarei junto a ti com tal doce ilusão de liberdade.
Confortaremo-nos na prisão dessa imensidão do céu.
Confortaremo-nos na prisão dessa imensidão do céu.
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